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Normas para Proteção de Mãos e Braços





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QUE NORMAS GENÉRICAS EXISTEM?


EN420 / EN ISO 21420 - Requisitos Gerais



Norma de referência, que não pode ser utilizada sozinha, mas apenas em associação com outra norma, com requisitos relativos ao desempenho de proteção.

Respeitar a inocuidade (pH, teor em crómio VI, etc);

Respeitar as cartas de tamanho;

Passar o teste de destreza;

Respeitar as instruções de marcação, de informação e de identificação.




EN16350 - Propriedades Eletrostáticas



A norma EN16350 estabelece as exigências suplementares para as luvas de proteção que se utilizam num entorno que inclui o que é suscetível de incluir zonas inflamáveis ou explosivas. Podem definir-se outras propriedades eletrostáticas mediante a EN1149-1 (resistência determina-da pelo comprimento da superfície de um material) ou a EN1149-3 (atenuação da carga), mas não são suficientes para avaliar as luvas de proteção eletrostática.



EN511 - Risco Frio



A norma EN511 define as exigências e os métodos de ensaios para as luvas de proteção contra o frio transmitido por convecção ou condução até – 30ºC (opcionalmente até -50ºC). Este frio pode estar relacionado com as condições climatéricas ou a uma atividade industrial.

O processo de seleção de uma luva de proteção contra o frio deve ter em conta vários parâmetros, tais como a temperatura ambiente, a saúde da pessoa, a duração de exposição, o nível de atividade, etc.

Marcações:

Resistência ao frio convectivo: medição do isolamento térmico de uma luva relativamente a uma atmosfera ambiente – Entre 1 e 4;

Resistência ao frio de contacto: medição do isolamento térmico da palma de uma luva relativamente ao contacto com um objeto de temperaturas baixas – Entre 1 e 4;

Impermeabilidade: 0 (permeável) ou 1 (impermeável).






EN407 - Risco Calor e Fogo



A norma EN407 determina os métodos de ensaios, as exigências gerais, os níveis de desempenho térmico e a marcação das luvas de proteção contra o calor e/ou o fogo. Aplica-se a todas as luvas destinadas a proteger as mãos contra o calor e/ ou as chamas sob uma ou várias das formas a seguir: incêndio, calor de contacto, calor convectivo, calor de radiação, pequenas projeções de metal em fusão ou projeções de grandes partículas de metais em fusão.

Marcações:

Resistência à inflamabilidade: Tempo durante o qual o material permanece inflamado e continua a consumir-se depois da fonte de ignição ter sido eliminada – Entre 1 e 4;

Resistência ao calor de contacto: Temperatura (entre 100°C e 500°C) até a qual utilizador das luvas não perceberá nenhuma dor (por um período de 15 segundos no mínimo – Entre 1 e 4;

Resistência ao calor convectivo: Tempo durante o qual a luva é capaz de adiar a transmissão do calor de uma chama – Entre 1 e 4;

Resistência ao calor de radiação: Tempo necessário para atingir determinada temperatura – Entre 1 e 4;

Resistência a pequenas projeções de metal em fusão: Quantidade de projeções necessárias para que a luva atinja determinada temperatura – Entre 1 e 4;

Resistência a grandes projeções de metal em fusão: Quantidade de projeções necessárias para deteriorar a luva – Entre 1 e 4.






EN12477 - Risco Soldador



Exigências e métodos de ensaios para luvas utilizadas para a soldadura manual dos metais, o corte e técnicas conexas. As luvas tipo soldador são classificadas em dois tipos: B quando se requer uma grande destreza (ex.: soldadura TIG) e A para os outros procedimentos de soldadura.







EN ISO 374-1 - Contra os Perigos dos Microrganismos e Riscos Químico



Esta norma especifica as exigências de desempenho necessárias para as luvas destinadas à proteção dos utilizadores contra produtos químicos perigosos.

Penetração (testado de acordo com a norma EN374-2): Difusão de ar e água para verificar a estanqueidade através de porosidades, costuras e orifícios de pequenas dimensões ou outras imperfeições presentes no material da luva;

Degradação (testada de acordo com a norma EN374-4): Determinação da resistência física dos materiais após contacto contínuo com produtos químicos perigosos;

Permeação (testado de acordo com a norma EN374-3 ou EN16523): Processo através do qual um produto químico se difunde através do material da luva de proteção por contacto contínuo.

A versão EN ISO da norma EN374-1 introduz a noção de 3 tipos de proteção contra a permeação de produtos químicos:

Tipo A: A luva obtém um índice de desempenho à permeação pelo menos igual a 2 para 6 produtos químicos de teste retirados da lista de produtos químicos determinada na norma;

Tipo B: A luva obtém um índice de desempenho à permeação pelo menos igual a 2 para 3 produtos químicos de teste retirados da lista de produtos químicos determinada na norma;

Tipo C: A luva obtém um índice de desempenho à permeação pelo menos igual a 1 para 1 produto químico de teste retirados da lista de produtos químicos determinada na norma.






EN ISO 374-5 - Contra os Perigos dos Microrganismos



A norma EN ISO 374-5 especifica os requisitos e métodos de ensaio para as luvas de proteção destinadas a proteger o utilizador contra os microrganismos (bolores e bactérias, vírus em opção).

Penetração dos bolores e bactérias (testado em conformidade com a norma EN374-2): ensaio que permite verificar a estanqueidade à água e ao ar de uma luva.

Penetração dos vírus (testado segundo o método B da norma ISO 16604): processo que de-termina a resistência à penetração por patógenos veiculados pelo sangue – Método de ensaio utilizando o bacteriófago Phi-X174.






ISO 18889 - Contra os Perigos dos Pesticidas



A norma ISO 18889 especifica as exigências relativas às luvas de proteção para os operários que manipulam pesticidas.

As luvas de classe G1 são adequadas quando o risco potencial é relativamente baixo. Estas luvas não são adequadas para utilização de pesticidas de formulação concentrada, nem em caso de risco mecânico. As luvas de classe G1 são geralmente de utilização única.

As luvas de classe G2 são adequadas quando o potencial de risco é mais elevado. São adequadas para a utilização de pesticidas diluídos e concentrados. As luvas de classe G2 também cumprem os requisitos mínimos de resistência mecânica e, portanto, são adequadas para atividades que requerem luvas com uma resistência mecânica mínima.

As luvas de classe GR apenas protegem a palma da mão e estão destinadas aos trabalhadores em contacto com resíduos secos de pesticida ou parcialmente secos, presentes na superfície da planta depois da aplicação de pesticidas.






EN421 - Contra as Radiações e a Contaminação Radioativa



Esta norma proporciona os requisitos para as luvas de proteção que se utilizam num entorno que produz radiação ionizante ou com substâncias radioativas.

Uma luva que proteja contra a contaminação radioativa de ser estanque segundo a norma EN374-2.

Uma luva que proteja contra as radiações ionizantes deve, além de ser estanque segundo a norma EN374-2, conter uma certa quantidade de metal pesado como o chumbo.






EN388 / ISO 23 388 - Riscos Mecânicos



A norma EN388 aplica-se a todos os tipos de luvas de proteção e diz respeito às agressões físicas e mecânicas por abrasão, corte por lâminas, perfuração e rasgo. Apareceram novas performances desde a versão 2016 da norma.

Marcações:

Resistência à abrasão: Número de ciclos necessários para deteriorar a amostra a uma velo-cidade constante – Entre 1 e 4;

Resistência ao corte por lamina: Número de ciclos necessários a uma lâmina circular para cortar a amostra a uma velocidade constante – Entre 1 e 5;

Resistência ao rasgo: Força máxima necessária para rasgar a amostra – Entre 1 e 4;

Resistência à perfuração: Força necessária para penetrar a amostra com um punção normalizado – Entre 1 e 4;

Resistência ao corte por lamina (teste TDM): Força necessária a uma lâmina direita para cortar a amostra numa deslocação de 20 mm – Entre A e F;

Resistência ao impacto na área do metacarpo: Atenuação mínima da força de im-pacto transmitida à mão - Entre Ø ou P.






ANSI ISEA (US American National Standards Institute) 105



Classificação e especificações das proteções da mão. Parte 5.1.1 – Resistência ao corte. Peso necessário de uma lâmina direita para cortar a amostra numa deslocação única.







EN ISO 10819 - Atenuação dos Efeitos Ligados às Vibrações



Esta norma especifica os requisitos de rendimento de atenuação de vibrações através de uma luva. Também deve cumprir com os requisitos de espessura e de uniformidade do material anti-vibratório. DE referir que este tipo de luvas pode reduzir e não eliminar os riscos para a saúde, relacionados com a exposição às vibrações transmitidas às mãos.

O fator de transmissão de vibrações em bandas de frequência de terceiro de oitava de 25 a 200 Hz será equivalente ou inferior a 0,90. O que for medido nas bandas de frequência de terceiro de oitava compreendidas entre 200 e 1250 Hz, deverá ser equivalente ou inferior a 0,60.

Compatibilidade Alimentar: O regulamento (CE) N° 1935/2004 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 27 de Outubro de 2004, relativo aos mate-riais e objetos destinados a entrar em contacto com produtos alimentares.

Os materiais e objetos devem ser fabricados em conformidade com as boas práticas de fabrico para que, em condições normais e previsíveis na sua utilização, não transmitam aos produtos alimentares componentes em quantidade suscetível de:

Representar perigo para a saúde pública;

Conduzir a uma modificação inaceitável da composição dos produtos ou uma alteração das características organoléticas destes.

O contacto alimentar dos materiais plásticos é regido pelo regulamento (UE) n.° 10/2011 e os regulamentos aferentes.

Os materiais em PVC/Vinilo ou até Látex/Nitrilo (à ausência de legislação local) são diretamente sujeitas a estes regulamentos. Definem:

As listas positivas de componentes autorizados;

Os critérios de pureza aplicáveis a alguns destes componentes;

Os limites de migração específicos nos alimentos para determinados componentes;

As quantidades máximas residuais de certos componentes no material;

Um limite de migração global nos alimentos.

Um limite de teor em metais dos materiais e objetos plásticos.

O anexo III do Regulamento (UE) 10/2011 apresenta a lista de simuladores a utilizar para verificar a migração dos componentes dos materiais e objetos em material plástico destinados a entrar em contacto com produtos alimentares:

Alimentos aquosos (pH > 4,5): Simuladores A, B e C;

Alimentos ácidos (pH = 4,5): Simulador B;

Alimentos alcoolizados (= 20%): Simulador C;

Alimentos alcoolizados (> 20%): Simulador D1;

Alimentos gordos: Simuladores D1 e D2;

Alimentos com matéria gorda livre em superfície: Simulador D2;

Alimentos secos: Simulador E.



Luvas Descartáveis: A norma EN455 define os requisitos de qualidade relativos às luvas médicas não reutilizáveis.

Deteção de furos: teste de estanqueidade ao ar;

Propriedades físicas: verificação da conformidade do tamanho, da espessura e da solidez da luva;

Avaliação biológica: verificação da conformidade dos materiais.



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